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Título Câmara de Fafe oferece lanche a cerca de 500 alunos do pré-escolar
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Data de Publicação 2014-11-18 00:00:00 +0000
Sub-título Transporte escolar beneficia 620 alunos do secundário
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Cerca de quinhentos alunos do pré-escolar beneficiam, este ano letivo, dos lanches escolares, uma medida da câmara municipal, inserida no pacote de investimento de três milhões de euros, feito na área da educação.

A educação é uma das apostas deste executivo que implementa já, este ano, novas medidas concretas de apoio que passam nomeadamente pela atribuição de subsídios, transportes e refeições.

Os mais pequenos, do pré-escolar para além do lanche grátis vão ter ainda acesso ao prolongamento de horário gratuito e atividades no período de interrupção letiva, estas destinadas a crianças cujo agregado familiar não tenha possibilidade de acompanhar os seus educandos.

No que se refere ao transporte escolar, as comparticipações foram alargadas ao ensino secundário, com transporte gratuito para os alunos que pertençam ao escalão A, da Segurança Social. 

Assim, ao todo beneficiam de transporte escolar 620 alunos do secundário, adolescentes que vivem a uma distância de 4 km ou mais do estabelecimento de ensino.

Destes, 97 pertencem ao escalão A, tendo transporte gratuito, 142 ao escalão B, com comparticipação de 75% do passe escolar e 381 sem escalão, que beneficiam de 50% de desconto no transporte.

Ainda no que respeita ao transporte, este é gratuito para os alunos do pré-escolar.

Refira-se ainda que no pacote de investimento em educação, no que se refere ao primeiro ciclo, a câmara aprovou a proposta de Auxílios Económicos para aquisição de livros e material escolar, através de um protocolo com os agrupamentos de escolas.

À semelhança do que vem acontecendo em anos anteriores, os alunos mais carenciados, em que os escalões da segurança social o comprovem, têm ainda refeições gratuitas.

A verba inserida nos gastos com educação é necessária, segundo o presidente da Câmara Municipal de Fafe, Raul Cunha, “para criar mais e melhores condições de acesso à educação, numa altura em as famílias são fortemente penalizadas pelas consequências da crise”.  

Segundo Raul Cunha, a autarquia não pode alhear-se dos problemas sociais e é nesse sentido que tem de ajudar.

“Os problemas económicos das famílias são cada vez mais visíveis e, muitas vezes, as prioridades das famílias não são os estudos, a educação. No entanto, as crianças de hoje serão o garante de amanhã. Por isso, enquanto responsáveis pelo concelho, temos de estar atentos e investir no nosso futuro, no futuro da nossa terra”.

De resto, esta é também uma opinião partilhada pelo vereador da educação, Pompeu Martins, que acredita que esta ajuda do município é muito importante para os agregados familiares.

“Se olharmos para o investimento total, pode parecer muito, mas não é. Sabemos que esta é e deverá ser sempre uma área prioritária e que é, muitas vezes, colocada em segundo plano. Enquanto autarquia não podemos cruzar os braços, temos de criar condições para ajudar na educação das nossas crianças e jovens”.

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