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Título Pompeu Martins assina continuidade na Rede de Casas do Conhecimento
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Data de Publicação 2014-11-18 00:00:00 +0000
Sub-título Rede é agora composta por nove municípios
Descrição

O vice-presidente da Câmara Municipal de Fafe, Pompeu Martins, participou, esta semana, na assinatura do novo protocolo da Rede de Casas do Conhecimento, em Vila Verde. 

Trata-se de um projeto que tem como objetivo dinamizar a sociedade do conhecimento e inovação na região norte, um projeto iniciado pela câmara de Vila Verde, em parceria com a Universidade do Minho, que, neste momento, integra um total de nove autarquias. 

Esta semana, os municípios de Montalegre, Ponte da Barca e Trofa entraram para a Rede Casas do Conhecimento, juntando-se a Vila Verde, Fafe, Paredes de Coura, Vieira do Minho e Boticas.

Tendo como principal parceiro a Universidade do Minho, este projeto visa, aproximar as novas tecnologias de comunicação e informação da população e, ao mesmo tempo, capacitar os mais jovens para uma nova forma de estar e de projetar o futuro, sempre numa lógica de rede. 

Fafe já fazia parte do projeto e continuará a fazer. Pompeu Martins, vice-presidente da autarquia, participou na cerimónia de assinatura do protocolo de adesão dos novos municípios. Na ocasião reforçou a importância desta rede para os municípios que a integram.

“Pertencer a esta rede é para nós uma questão de coerência. Sabemos que as novas tecnologias são o futuro e, por isso, faz todo sentido pertencer a este projeto que é inovador em termos europeus. Trata-se de uma oportunidade de marketing para o concelho e para o norte do país. Se queremos uma verdadeira sociedade do conhecimento, devemos potenciar a inovação e a criatividade, criando espaços desta natureza que abertos aos agentes de desenvolvimento local poderão expandir o que de melhor Fafe tem para oferecer, seja na cultura, nos negócios ou na investigação”.

Na cerimónia de adesão dos novos municípios, o reitor da Universidade do Minho, António Cunha, falou da importância desta rede de conhecimento. 

Segundo o responsável, este “é um projeto exigente mas muito importante para o Universidade do Minho, porque abre novas dimensões de concretização da universidade, mostrando que não é só o local onde se aprende, ensina e investiga, mas que está intimamente ligado ao território”.

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