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Título Rede de saneamento ampliada em Fafe- 1ª fase chega a 1500 pessoas
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Data de Publicação 2015-11-18 00:00:00 +0000
Sub-título Parceria Pública entre Município de Fafe e Águas do Noroeste prevê investimento de 4 milhões de euros até 2017
Descrição

Em 2015 arranca primeira fase com 11 km de rede em 4 freguesias.

O concelho de Fafe vai ser alvo de uma intervenção na rede de saneamento e águas residuais, na ordem dos 4 milhões de euros, até 2017.

Só em 2015 será efetuado um investimento de 1 milhão de euros para construir 11 km de rede e que levará o serviço a mais de 1500 pessoas.

Depois de Aveiro, esta é a segunda parceria publico-publico, entre a Águas do Noroeste e uma autarquia.

Dessa forma e ao abrigo da parceria do Sistema de Águas da Região do Noroeste com a Câmara de Fafe, a Águas do Noroeste iniciará a primeira fase já em 2015 com a construção de redes de saneamento no município, em 4 freguesias, iniciando-se na freguesia de Arões S. Romão.

Para além de Arões S. Romão, este investimento contempla ainda as freguesias de Quinchães, União de Freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) e Fafe.

Em Arões S. Romão vão ser construídos cerca de 6 km de redes de saneamento, no valo de cerca de 521.125,00.

Em Quinchães, a intervenção será de 2 km de rede, no valor de 167.457,68.

Em Antime e Silvares (São Clemente), serão construídos também 2 km de rede de saneamento, no valor de cerca de 125.615,75. Já em Fafe, na rua da Europa e Rua de Pardelhas, será construído 1km de rede, no valor de 80 mil e 500 euros.

Com esta intervenção, as freguesias de Arões S. Romão, Quinchães, Antime e Fafe ficarão dotadas de redes de saneamento e águas residuais, a partir das quais os esgotos recolhidos serão encaminhados para a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Serzedo, integrada no Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Noroeste.

Refira-se que o município de Fafe, conjuntamente com os municípios de Amarante, Arouca, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Santo Tirso e Trofa, celebrou um contrato de Parceria para a exploração e a gestão dos serviços municipais de águas. Assim, foi constituído o Sistema de Águas da Região do Noroeste, cuja exploração e gestão foi atribuída à Águas do Noroeste, S.A. – empresa integrada no Setor Empresarial do Estado, pertencente ao grupo Águas de Portugal, com capitais exclusivamente públicos e da qual o município de Fafe é acionista - enquanto Entidade Gestora da Parceria.

A Parceria do Sistema de Águas da Região do Noroeste responde, assim, aos interesses dos munícipes de Fafe, criando as condições de dimensão e de organização necessárias à realização dos investimentos de ampliação e de remodelação das redes municipais de drenagem de águas residuais.

Durante o período da Parceria com o município de Fafe, entre 2014 e 2017, a Águas do Noroeste executará um plano de investimentos no valor de 4 milhões de euros.

Esta parceria tem como objetivos, na vertente de saneamento de águas residuais, assegurar de forma regular, contínua e eficiente, o serviço, promover a ligação à rede pública para assegurar o adequado tratamento das águas residuais recolhidas e garantir a conceção, construção, exploração, manutenção e renovação das infraestruturas.

As empreitadas levadas a cabo pela Águas do Noroeste no município de Fafe serão cofinanciadas pela União Europeia, através do Programa Operacional Temático de Valorização do Território, no âmbito do QREN.

Presidente da Câmara fala da importância desta consignação

Na cerimónia desta manhã, o presidente da Câmara de Fafe, Raul Cunha, falou da importância da obra, uma intervenção há muito ansiada por todos os fafenses.

“O ato desta manhã vem confirmar uma intervenção necessária. Trata-se de uma obra há muito reclamada, mas só agora possível devido a entraves burocráticos”, disse, lembrando ainda que este tipo de obras é também importante para a dinamização do tecido económico.

“Não nos podemos esquecer que estas obras são muito importantes no impacto que têm no tecido económico, porque promovem o emprego, numa altura em que a construção civil atravessa momentos de crise”, lembrou.

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